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COORDENAÇÃO GERAL DOS CURSOS DE GRADUAÇÃO

DIVISÃO DE CURRÍCULOS E PROGRAMAS


PROGRAMA VÁLIDO PARA O ___ SEMESTRE DE ______
PROGRAMA DE DISCIPLINA
DADOS DA DISCIPLINA

CÓDIGO NOME CARGA HORÁRIA SEMANAL Nº DE CARGA HORÁRIA

TEÓRICA PRÁTICA CRÉDITOS GLOBAL

ZO335


MACROBENTOS MARINHOS E ESTUARINOS

2

2

3

60h

PRÉ-REQUISITOS

ZO320 - Invertebrados Superiores II

EMENTA

Estudo do Macrobentos e Megabentos marinho e estuarino no seu modo de vida e habitat em seus diversos substratos, bem como os seus representantes perigosos ao homem e de interesse econômico.

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO

1-Introdução ao Meio Ambiente Marinho.

2-Introdução ao Meio Ambiente Estuarino.

3-Comunidades Bentônicas de Substratos Consolidados: 3.1-Supralitoral; 3.2-Médiolitoral; 3.3-Infralitoral; 3.4-Circalitoral; 3.5-Batial; 3.6-Abissal; 3.7- Hadal.

4-Comunidades Bentônicas de Substratos Inconsolidados: 4.1- Águas Rasas; 4.2- Praias Fechadas de Areia e Areias Subtidais.

5-Comunidades Bentônicas do Fital.

6-Comunidades Bentônicas de Profundidades: 6.1- Distribuição do bentos de profundidade.

7-Comunidades Bentônicas de Estuários: 7.1- Bentos nos manguezais.

8-Relação predador-prêsa entre representantes bentônicos.

9-Organismos Bentônicos de Interesse para o Homem: 9.1- Bentos perigosos para o homem; 9.2- Bentos de interesse médico-farmacológico; 9.3- Bentos de interesse econômico; 9.4- Bentos utilizados como bio-indicadores.


BIBLIOGRAFIA BÁSICA

Biology of Benthic Organisms. 1978 - Eds B. F. Keegan & P. Ó. Céidigh & P. J. S. Boaden. 630p. Tethys / Marine Ecology.


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ZOOLOGIA




29 DE SETEMBRO DE 1999


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PROGRAMA DE DISCIPLINA

DADOS DA DISCIPLINA


CÓDIGO NOME CARGA HORÁRIA SEMANAL Nº DE CARGA HORÁRIA

TEÓRICA PRÁTICA CRÉDITOS GLOBAL



ZO325

ICTIOLOGIA

2

2

3

60h

PRÉ-REQUISITOS

ZO322 - Biologia dos Chordata I

EMENTA

Conhecimentos básicos para o estudo da Taxonomia de Peixes Ósseos estuarinos e continentais.

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO

Código internacional de Nomenclatura Zoológica. Aspectos históricos da Ictiologia no Nordeste oriental Brasileiro ( observações taxonômicas no período colonial). Captura, preparo de coleções.Problema das localidades. Código ambiental. Ordem: Elopiformes: Elopidae, Megalopidae. Ordem: Anguiliformes: Muraenidae, Congridae, Ophichthidae. Ordem: Clupeiformes: Clupeidae, Engraulidae. Ordem : Salmoniformes: Synodontidae. Ordem: Cypriniformes: Characidae, Erythrinidae, Gymnotidae. Ordem: Siluriformes: Bagridae, Ariidae, Callichthydae, Loricaridae. Ordem: Batrachoidiformes: Batrachoididae. Ordem: Lophiformes: Ogcocephalidae. Ordem: Atheriniformes: Exocoetidae, Belonidae, Poeciliidae, Atherinidae. Ordem; Gasteroteiformes: Fistulariidae, Syngnathidae, Hypocampidae. Ordem: Symbranchiformes: Symbranchidae. Ordem: Scorpaeniformes: Scorpaenidae. Ordem: Dactylopteriformes: Dactylopteridae. Ordem : Perciformes: Centropomidae, Serranidae, Apogonidae, Echeneidae, Carangidae, Coryphaenidae, Lutjanidae, Gerreidae, Pomadasyidae, Sciaenidae, Mullidae, Cichlidae, Mugilidae, Sphyraenidae, Polynemidae, Scaridae, Dactylopteridae, Blenniidae, Gobiidae, Acanthuridae, Trichiuridae, Scombridae. Ordem: Pleuronectiformes: Bothidae, Soleidae, Cynoglossidae. Ordem : Tetraodontiformes: Balistidae, Tetraodontidae, Diodontidae.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

FIGUEIREDO, J. L. & MENEZES, NAÉRCIO A. 1978. Manual de peixes marinhos do sudeste do Brasil. II. teleostei (1). São Paulo. Museu de Zoologia, USP., 110pp. GREENWOOD, P. Humphry., ROSEN, Donn E. , WEITZMAN, Stanley H. & MYERS, George S. 1966. Phyletic studies of teleostean fishes, with a provisional classification of living forms. Bulletin of the American Museum of Natural History.,131 (4): 341 - 455. ROMAN, Benigno. 1979. Peces marinos de Venezuela. memeorias de la Sociedade de Ciencias Naturales La Salle., 39 (111/112): 3 - 407.


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PROGRAMA DE DISCIPLINA
DADOS DA DISCIPLINA

CÓDIGO NOME CARGA HORÁRIA SEMANAL Nº DE CARGA HORÁRIA



TEÓRICA PRÁTICA CRÉDITOS GLOBAL

ZO326

VENENOS ANIMAIS

2

2

3

60h

PRÉ-REQUISITOS

BR011 – Física e Biofísica e BQ210 – Química de Biomoléculas.

EMENTA

Conceitos de animais peçonhentos e sua posição zoologica; biologia classificação de serpentes de interesse médico; manutenção de serpentes peçonhentas em cativeiro; composição de venenos de serpentes; mecanismo de ação de toxinas de venenos ofídicos; métodos para estudo de venenos ofídicos; uso médico de venenos ofídicos; preparação e distribuição de antivenenos; epidemiologia, clínica e tratamento de envenenamentos por serpentes peçonhentas.

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO

Conceitos de animais peçonhentos, classificação dos animais em função de toxinas e estruturas inoculadoras de veneno, animais serpentiformes; ofidismo no Brasil, distribuição geográfica e reconhecimento de serpentes; manutenção de serpentes em cativeiro; função dos venenos ofídicos, composição básica, processamento e armazenamento de venenos, fatores biológicos que influenciam na variabilidade de venenos; estrutura e mecanismo de ação de neurotoxinas, miotoxinas, fosfolipases, hemorraginas, toxinas hemostáticas e proteolíticas, atividade edematogênica,hiperalgealgésica e nociceptiva; distribuição dos venenos em organismos vivos; métodos colorimétricos para dosagem de atividades enzimáticas, métodos in vivo para dosagem de atividades biológicas, métodos cromatográficos e eletroforéticos para purificação e caracterização de toxinas, métodos para determinar a distribuição dos venenos no organismo; uso médico de venenos ofídicos; antígenos, adjuvantes, anticorpos, processos de imunização de equinos, isolamento de IgG e doseamento de soros hiperimunes, controle de qualidade e distribuição de soros no Brasil; epidemiologia dos acidentes botrópicos, crotálicos,elapídicos e laquéticos nas Américas e no Brasil, sintomatologia e tratamento de envenenamentos botrópicos, crotálicos , elapídicos e laquéticos.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

Venenos Animais: uma visão integrada. Barraviera, B. ( Coordenador) - Rio de Janeiro: EPUC, 1994. Manual de acidentes de animais peçonhentos. Ministério da Saúde - Brasília, 1997. Envenenoming and their treatments. Bon, C And Goyffon, M. Lyon: Edition Fondation Marcel Mérieux. 1995.


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DADOS DA DISCIPLINA

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TEÓRICA PRÁTICA CRÉDITOS GLOBAL

ZO327

CONTROLE BIOLÓGICO DE INSETOS

3

1

3

60h

PRÉ-REQUISITOS

ZO320 - Invertebrados Superiores II

EMENTA

Propor conhecimentos básicos sobre o controle biológico de insetos de importância agrícola. Abordar sobre os organismos utilizados no controle biológico, os mecanismos envolvidos e a importância desse método de controle na preservação e conservação do meio ambiente.

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO

Introdução ao Controle Biológico: conceitos e principais inimigos naturais; Hymenopteros parasitóides: caracteres gerais; Hymenopteros parasitóides: comportamento de busca, oviposição e eficiência; Hymenopteros parasitóides: exemplos práticos de sua utilização no Controle Biológico; Hymenopteros parasitóides: prática; Insetos predadores : caracteres gerais; Insetos predadores: bases ecológicas; Insetos predadores: aula de campo; Fungos entomopatogênicos; Vírus entomopatogênicos; Bactérias entomopatogênicas

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

PARRA, J. R. & ZUCCHI, R. A. 1994 -Trichogramma e o controle biológico aplicado.

PANNIZI, A. R. & PARRA, J. R. P. 1992- Ecologia nutricional de insetos e suas implicações no manejo de pragas.

PARRA, J. R. 1996 - Técnicas de criação de insetos para programas de controle biológico.

DE BACH, Paul. Biological Control; MRRIM,G. 1992 - La Lutte Biologique




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DADOS DA DISCIPLINA

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TEÓRICA PRÁTICA CRÉDITOS GLOBAL

ZO334

ECOLOGIA DE PRAIA

2

1

2

45h

PRÉ-REQUISITOS

Nenhum

EMENTA

Definição de praia; Introdução ao ambiente de praia como ecossistema; Características fisico-químicas, sedimentológicas e morfodinâmicas de ambientes de praia; Caracterização e estrutura das comunidades biológicas em praias arenosas; Zonação e migrações: adaptações ao ambiente de praia; Introdução às técnicas de estudo de praias arenosas.

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO

1-Introdução. Praias como ecossistemas; 2-Morfologia geral e variações fisico-químicas; 3-Morfodinâmica; 4-Sedimento; 5-Ambiente intersticial; 6-Microorganismos e vegetação; 7-Meio e macrofauna; 8-Zonação e migrações mareais; 9-Adaptações ao ambiente intersticial; 10-Importação e exportação de energia/nutrientes; 11-Técnicas de coleta.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

McLachlan, A. et al.Sand beach energetics: an ecosystem approach. Est. Coast. Shelf Sci. 13:11-25; Absalão, R. S. & Esteves, A. M. Ecologia de Praias Arenosas do Litoral Brasileiro. Oecologia Brasiliensis 3.270pp.; Hoefel, F. G. Morfodinâmica de Praias Arenosas Oceânicas: Uma revisão bibliográfica. Editora da UNIVALI, 92 pp.


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DADOS DA DISCIPLINA

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TEÓRICA PRÁTICA CRÉDITOS GLOBAL

ZO329

EDUCAÇÃO E AVALIAÇÃO AMBIENTAL

2

2

3

60h

PRÉ-REQUISITOS

Nenhum

EMENTA

Fornece meios à elaboração de propostas de trabalho em educação ambiental ; Introduz o aluno nos estudos de avaliação e impacto ambiental; Contribui à iniciação no sistema de avaliação de projetos ambientais de desenvolvimento.

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO

Introdução à educação ambiental; Eventos nacionais e internacionais relacionados com a questão ambiental; Agenda 21/ RIO 92 - ANO V - Avaliação; Práticas e ações em educação ambiental; Um enfoque holístico da educação ambiental nos diversos ecossistemas “ objetivos educacionais”; Usos sociais dos ecossistemas litorâneos e continentais: relevância e impactos; Princípios básicos para a conceituação de impacto ambiental - Definição; Dificuldades e recomendações para a realização de estudos de E. I. A. ; Participação da comunidade nos E. I. A.; Técnicas e monitoramento no E. I. A. ; Análise de custo - benefício; Roteiros para a elaboração do E. I. A. e do RIMA; Métodos de avaliação de impacto ambiental.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

AGUERO, J.L.S.G. - 1977. Evaluación econômica del Impacto Ambiental. Cuad. CIFCA.Madrid,85 pgs. ANDRADE, M. C. D. - 1997. As mudanças do mundo atual e os sistemas ambientais. IN: I Seminário Regional de Ecodesenvolvimento Sustentável.UNICAP, Recife,PE. BEGOSSI, - 1993. Ecologia Humana: Um enfoque das relações homem-ambiente. Interciência, May-Jun 18 (3): 121-133. BITAR, O .Y. ; FORNASARI FILHO, N. - 1989. Estudos de impacto ambientale geologia. J. Geologo, Soc. Brasil. Geol.12 (35): 3. BITAR, O. Y.; FORNASARI FILHO, N. & VASCONCELOS, M. M. - 1990. O meio físico em estudos de impacto ambiental. Bolm. Inst. Pesq. Tecnol. (56): 9-13.


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TEÓRICA PRÁTICA CRÉDITOS GLOBAL

ZO306

ZOOLOGIA ECONÔMICA

2

1

2

45h

PRÉ-REQUISITOS

ZO323 – Biologia dos Chordata 2

EMENTA

Estudo e biologia dos animais domésticos.

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO

1- Introdução a Zoologia Econômica; 2- Apicultura; 3- Meliponicultura ; 4- Valor da ação da Biodiversidade; 5- As aves como fonte de alimento; 6- Importância econômica do bicho da sêda; 7- Produção de venenos; 8- Importância ecoNõmica dos Anelídeos; 9- Importância econômica de moluscos; 10- Cunicultura; 11- Piscicultura; 12- Seminário.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA




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ZOOLOGIA




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TEÓRICA PRÁTICA CRÉDITOS GLOBAL

ZO315

POLUIÇÃO E DEFESA DO MEIO AMBIENTE

2

1

2

45h

PRÉ-REQUISITOS

Nenhum

EMENTA

Impacto ambiental causado pelas atividades inerentes à Sociedade Moderna.

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO

1-Introdução, conceitos e histórico; 2- Poluição do ar: chuva ácida, efeito estufa e camada de ozônio; 3- Poluição das águas; 4- Agrotóxicos X Agroecossistemas; 5- Poluição por radioatividade; 6- Prática - Visita ao tratamento de esgotos - Peixinhos; 7- Resíduos sólidos - Lixo; 8- Prática - Visita ao aterro da Muribeca; 9- Prática- Visita à reciclagem de vidro - Várzea; 10- Erosão e desertificação; 11- Obtenção de energia; 12- explosão demográfica e crescimento urbano; 13- Biodiversidade ameaçada: Amazônia, Cerrado, Pantanal, Caatinga; 14- Impactos nos ecossistemas costeiros, oceânicos e insulares; 15- Reservas, APASs, Parques; 16- Prática - Visita a APA - Tamandaré.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

Atlas do Meio Ambiente do Brasil. EMBRAPA. Editora Terra Viva. Brasília, Df. 1996. 160p.; BENN, F. R.; McAULIFFE, C. Química e Poluição. !981. LTC/EDUSP. São Paulo. SP. 134p. ; DORST, J. Antes que a natureza morra. 1977. Editora Esgard Blucher Ltda. São Paulo-SP 394p. ; ODUM, E. P. Fundamentos da ecologia. Fundação Calouste Gulbenkian. Lisboa. 1971. 927p.


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DADOS DA DISCIPLINA

CÓDIGO NOME CARGA HORÁRIA SEMANAL Nº DE CARGA HORÁRIA

TEÓRICA PRÁTICA CRÉDITOS GLOBAL



OC315

POLUIÇÃO MARINHA

2

2

3

60h

PRÉ-REQUISITOS

Nenhum

EMENTA

Principais poluentes do meio marinho e seus efeitos; poluição orgânica; poluição por meio de metais pesados; poluição por pesticidas; herbicidas e agrotóxicos; chuva ácida e efeito estufa.

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO

1-Importância do problema da poluição das águas. 2- Poluição e atividade humanas. 3- Poluição e contaminação. 4- Fundamentos dos enômenos do ciclo hidrológico. 5- Aspectos físicos, químicos e hidrológicos da poluição. 6-Radioquímica. 7- Fontes de radiação para os oceanos. 8- A poluição por petróleo. 9- Composição do petróleo. 10- Derramamento de óleo nos oceanos. 11- Mecanismos de remoção. 12- Hidrocarbonetos policlorados. Principais representantes. 13- Efeitos subletais dos hidrocarbonetos policlorados em animais marinhos. 14- Processos de bioacumulação. 15- Esgotos industriais e domésticos. Tipos de tratamentos. 16- Efeitos ecológicos dos lançamentos de esgotos no ecossistema marinho. 17- Poluição por metais pesados. Distribuição dos metais pesados nas águas do mar. 18-Variação da concentração nos metais pesados por organismos marinhos. 19- Aspectos internacionais da poluição marinha.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

Broecher, W. S. & Peng, T. H. (1982) Tracers In the Sea. Laumont. Doherty Geol. White, H. H. (1984) – Concepts in Marine Pollution. Measurements. Marilland Sea Lyrant Poplication.


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OCEANOGRAFIA




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DADOS DA DISCIPLINA

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TEÓRICA PRÁTICA CRÉDITOS GLOBAL

OC314

OCEANOGRAFIA FÍSICA

2

2

3

60h

PRÉ-REQUISITOS

Nenhum

EMENTA

São tratados os aspectos teóricos da estrutura e do comportamento do meio físico marinho de forma teórica em conjunto com aplicações práticas.

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO

UNIDADE I: Apresentação do curso; Características gerais dos oceanos; Propriedades físicas da água pura; Temperatura , salinidade, densidade e outras propriedades físicas da água do mar; Distribuição das propriedades físicas nos oceanos; Equação de Estado.

UNIDADE II: Balanços de água e sal; Equação da conservação de massa; Balanço de calor; Equação de conservação da energia calorífica; Aceleração, gravidade e gradiente de pressão; Força de Coriolis; Gravidade; Fricção; Difusão; Equação de movimento.

UNIDADE III: Principais correntes oceânicas; Interação oceano / atmosfera ; Transporte Ekman; Grandes massas d’águas oceânicas; Correntes inerciais; Fluxo geostrófico; Equação hidrostática; Convergências e Divergências; Ressurgência; Outros sistemas de circulação oceânica ; Geração e propagação de ondas de superfície; Marés e correntes de marés; Som no meio marinho; Luz no meio marinho; Exercícios sobre os temas tratados nas aulas teóricas e em trabalhos práticos em campo e laboratório.

PRÁTICAS: Principais instrumentos utilizados na Oceanografia Física. Análise de Dados.



BIBLIOGRAFIA BÁSICA

POND & PICKARD - Introdução à Oceanografia Física.

Estuarine, Coastal and Shelf Science, Oceanography and Limnology.




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OCEANOGRAFIA




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DADOS DA DISCIPLINA

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TEÓRICA PRÁTICA CRÉDITOS GLOBAL

ZO313

ETOLOGIA

2

1

2

45h

PRÉ-REQUISITOS

Nenhum

EMENTA

Comportamento animal a nível individual e social, suas causas e funções.

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO

Introdução à etologia; A percepção dos animais não humanos; Estímulos liberados e somação; Motivação; Aprendizagem; Modelos e técnicas para observação dos animais; Comportamento social; a agressão e a corte; O contado e os cuidados parentais; As bases biológicas do comportamento humano; Prática de campo.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

CARTHY, J. D. (1979). Comportamento Animal. Tradução de Isaías Pessoti, Silvio Morato de Carvalho. São Paulo. EPU.


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ZOOLOGIA




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TEÓRICA PRÁTICA CRÉDITOS GLOBAL

OC317

FITOPLÂNCTON MARINHO

2

2

3

60h

PRÉ-REQUISITOS

Nenhum

EMENTA

Sistemática e ecologia dos principais grupos fitoplanctônicos marinhos; adaptações ambientais.

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO

PARTE TEÓRICA: Definição , características dimensionais e adaptações do fitoplancton; Composição e sistemática; Cyanophyta - caracteres gerais, taxonomia e reprodução; Euglenophyta - caracteres gerais, taxonomia e reprodução; Pyrrophyta - caracteres gerais, taxonomia e reprodução; Crysophyta - Caracteres gerais, taxonomia e reprodução; Haptophyta - caracteres gerais e taxonomia; Importância econômica dos componentes do fitoplâncton.

PARTE PRÁTICA: Identificação dos principais grupos do fitoplâncton marinho.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

BALECH, H. & FERRANDO, H. Fitoplâncton marinho. Buenos Aires, 1964. 157p. SMITH, G. H. Botânica Criptogâmica. 4ª ed. Lisboa. Fundação Calouste Gulbenkian. 1987. V. 1, 527 p. CUPP, E. E. Marine planktondiatos of the West Coast of North America. Bull Schips. Inst. Ocean. California, 5 (1): 1 - 238, 1943


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OCEANOGRAFIA




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TEÓRICA PRÁTICA CRÉDITOS GLOBAL

OC310

OCEANOGRAFIA GEOLÓGICA

2

2

3

60h

PRÉ-REQUISITOS

GE250 - Geologia

EMENTA

Definição da oceanografia geológica e sua importância nos estudos marinhos. Origem e evolução das bacias oceânicas.

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO

PARTE TEÓRICA: Conceitos básicos; Metodologia de estudo; Origem e evolução das bacias oceânicas; Geomorfologia do fundo oceânico; Interface oceano / continente; Margem continental; Sedimentos marinhos; Morfologia do fundo oceânico brasileiro.

PARTE PRÁTICA: Perfis geomorfológicos da costa brasileira; Perfis geológicos da costa brasileira; Estudo de sedimentos.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

DNPM - 1981 - Geologia do Brasil ; Kennett - 1982 - Marine Geology; PROJETO REMAC - Geologia da plataforma do Brasil; Seilbold, Berg - 1993 - The Sea Floor; Turekian - 1972 - Os Oceanos.


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OCEANOGRAFIA




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DADOS DA DISCIPLINA

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TEÓRICA PRÁTICA CRÉDITOS GLOBAL

OC311

NÉCTON MARINHO

02

02

03

60h

PRÉ-REQUISITOS

ZO323 – Biologia dos Chordata 2.

EMENTA

Caracteres gerais; conhecimento e influência dos fatores ambientais na composição do Necton; classificação e distribuição dos principais grupos Nectônicos de Invertebrados e de Vertebrados (aves, repteis, peixes e mamíferos).

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO

PARTE TEÓRICA: Conceito e divisão do Nécton; Composição da comunidade nectônica ; Características gerais dos organismos; Adaptação do Nécton à vida aquática; O Nécton Costeiro e o Oceânico; O papel do Nécton no Ecossistema Aquático; Influência dos fatores ambientais sobre populações Nectônicas; Estudo dos invertebrados Nectônicos, com ênfase aos Moluscos e Crustáceos; Classificação e distribuição dos peixes marinhos e estuarinos; Classificação e distribuição dos reptéis, aves e mamíferos marinhos e estuarinos; Alimentação natural do Nécton em geral.

PARTE PRÁTICA: Viagens para coleta de material; Visitas a entrepostos de pesca; Visitas a coleções de diversas instituições; Separação e fixação de organismos; Determinação, principalmente de peixes.



BIBLIOGRAFIA BÁSICA

FELL, B. Introduction to marine biology. New york. Larper & Row. 1975. 356p. MCCONNAUGHEY, B. S. Introduction a la d’oceanographie biologique. 1976. 259p.


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OCEANOGRAFIA




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PROGRAMA DE DISCIPLINA

DADOS DA DISCIPLINA

CÓDIGO NOME CARGA HORÁRIA SEMANAL Nº DE CARGA HORÁRIA

TEÓRICA PRÁTICA CRÉDITOS GLOBAL



FF238

FUNDAMENTOS DE FARMACOLOGIA

3

1

3

60h

PRÉ-REQUISITOS

FF232 – Fisiologia Comparada e Humana 1 e FF233 – Fisiologia Comparada e Humana 2

EMENTA

O objetivo geral é fornecer ensinamentos relativos a Farmacologia de plantas utilizadas na medicina tradicional, despertando o interesse e a ócioncia da pesquisa nessa área de conhecimento. Serão estudados tanto os aspectos experimentais como aplicados (Farmacologia Clínica) de plantas que ó foram submetidas a pesquisa farmacológica, de modo a proporcionar conhecimentos adequados para o uso racional das mesmas.

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO

TEORIA:

1- Aspectos históricos; Conceitos básicos; Medicamentos convencionais de origem vegetal : Morfina; Digitálicos; Vincristina , vimblastrina .

2-PESQUISA QUÍMICA E FARMACOLÓGICA DE PLANTAS MEDICINAIS: Princípios ativos vegetais: (alcalóides, taninos, glicosídeos) ; Extração dos princípios ativos vegetais.

3-PLANTAS COM ATIVIDADE EM DIFERENTES SISTEMAS BIOLÓGICOS : Principais plantas; Modo de utilização; Estudos farmacológicos e toxicológicos.

4-ESCOLHA TERAPÊUTICA DAS PLANTAS – INDICAÇÕES E LIMITAÇÕES: Binômio risco/benefício; Eficácia terapêutica; Efeitos colaterais ( ócioncia e gravidade); Toxicidade ( aguda, sub-aguda e crônica) ; Dosagem e posologia.

5-MODO DE ADMINISTRAÇÃO DAS PLANTAS MEDICINAIS: Partes utilizadas; Preparados à base de plantas medicinais: Tinturas, Pós, Infusões, Decoctos, Extratos, Comprimidos, Plantas “in natura”.

6-FITOTERAPIA NOS SERVIÇOS PÚBLICOS DE SAÚDE: Implantação; Aceitação; Demanda; Aspectos ócio-econômicos.

PRÁTICA:


-Preparação de extratos aquoso. Clorofórmico, hidroalcoólico, etc.

-Pesquisa farmacológica ( ensaios “in vitro” e “in vivo”) e toxicológica ( aguda, sub-aguda e crônica) .

- Modelos experimentais de inflamação.

-Modelos experimentais de úlcera.

-Modelos experimentais de neoplasias.

-Modelos para estudar plantas com atividade broncodilatadora.

-Modelos experimentais para estudar plantas com atividade no sistema nervoso central.

-Modelos experimentais para estudar plantas com atividade no sistema cardiovascular.



BIBLIOGRAFIA BÁSICA

-Plants, people and culture the science of ethnobotany – Michaes J. Balick e Paulo Alan Cox, 1952.

-F. J. Abreu Matos – Introdução à fitoquímica experimental – 1997. Ed. UFC 2ª Edição.

-Luiz Cláudio Di Stasi – Plantas Medicinais: Arte e ciência. Um guia de estudo interdisciplinar. Ed. UNESP, 1996.

-Goodman and Gilman’s – Tha Pharmacologicol basis of Therapeutics. 9ª Ed., 1996.

-Carlini E. ª – Farmacologia Prática sem aparelhagem. SARVIER, 1973.



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DADOS DA DISCIPLINA

CÓDIGO NOME CARGA HORÁRIA SEMANAL Nº DE CARGA HORÁRIA

TEÓRICA PRÁTICA CRÉDITOS GLOBAL

OC313

OCEANOGRAFIA GERAL

2

2

3

60h

PRÉ-REQUISITOS

Nenhum

EMENTA

As grandes expedições oceanográficas; conceitos e divisões da oceanografia, principais oceanos e mares; origem e características gerais do ambiente marinho; ciclo geral da matéria orgânica; planejamento de pesquisas oceanograficas; metodologia e instrumentação científica utilizadas.

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO

PARTE TEÓRICA: 1- História da Oceanografia. 2- Características gerais do meio marinho. 3- Províncias Oceanográficas. 4- Divisões da Oceanografia. 5- Diferenças entre oceanos e mares. 6- Tipos de mares. 7- Estuários.8- Teia alimentar do meio marinho. 9- Instrumentos oceanográficos utilizados em pesquisa.

PARTE PRÁTICA: Apresentação de instrumentos oceanográficos de organismos marinhos do plâncton, do nécton e do bentos.



BIBLIOGRAFIA BÁSICA

ARX, WILLIAN S. Von. A Introduction to physical oceanography reading.1962. Wesley Publishing Company. INC. 422p. CABO, F. L. Oceanografia, Biologia Marina y Pesca. Madrid, Paraninfo, 1970, 3v. IVONOFF, ALEXANDRE. Introduction a L’ oceanographye. Propietes Physiques e Chemiques des Eaux de Mer. Paris, Libraire Vulbert. Vol. 1206 pv. 2.340 p. 1972. VERTER, R. (org.) Oceanografia: A última fronteira. Ed. Cultrix. São Paulo, 1976. 359 p.


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TEÓRICA PRÁTICA CRÉDITOS GLOBAL

OC409

CULTIVO DE ORGANISMOS MARINHOS I

02

02

03

60h

PRÉ-REQUISITOS

ZO320 – Invertebrados Superiores 2 e BO334 - Sistemática dos Criptógamos

EMENTA

Estudos e técnicas de cultivo em laboratório e ambiente natural; Introdução ao cultivo de microalgas; rotíferos e microcrustáceos.

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO

PARTE TEÓRICA: Materiais e equipamentos usados e cultivo; Condições de cultivo ( qualidade da água, temperatura, salinidade, pH, oxigênio, luz, alimento, etc); técnicas de cultivo de zooplancton; Cultivo em laboratório; Cultivo em massa; Preparação de meios de cultura.

PARTE PRÁTICA: Cultivo de fitoplancton; Cultivo de Rotífera; Cultivo de Artemia; Visita a Uma base de cultivo.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

VIEIRA, A. A. H. Estudos experimentais em fitoplâncton marinho. Cultura e aspectos ecofisiológicos. São Paulo, 1975. Dissertação de Mestrado. IOUSP. OMORI, M; IKEDA, T. Methods in Marine Zooplankton Ecology. New York: Willey - Interscience Publication, 1984. 331p.


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TEÓRICA PRÁTICA CRÉDITOS GLOBAL



FF236

INTRODUÇÃO A CRONOBIOLOGIA

2

1

2

45h

PRÉ-REQUISITOS

FF232 – Fisiologia Comparada e Humana 1

EMENTA

Esta disciplina visa capacitar o aluno a compreender a organização temporal da matéria viva, abordando noções de fisiologia da organização temporal; tempo, adaptação e evolução e técnicas de pesquisa em cronobiologia.

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO

TEÓRICA:

Histórico da Cronobiologia.

Conceitos Fundamentais.

Fisiologia da organização temporal.

Relógios biológicos.

Análise de sinais.

Organização temporal e adaptação ao meio.

Aplicações da cronobiologia.

Métodos de pesquisa em cronobiologia.

Análise matemática de séries temporais.

Montagem artesanal de equipamentos.

PRÁTICA:


Planejamento de experimentos.

Coleta de dados.

Manuseio de softwares úteis em cronobiologia.

Análise de dados em cronobiologia.



BIBLIOGRAFIA BÁSICA

CIPOLLA-NETO, J.; MARQUES, N. & MENNA-BARRETO, L. S. ( 1988) . Introdução ao Estudo da Cronobiologia. São Paulo - SP. Ícone Editora.


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TEÓRICA PRÁTICA CRÉDITOS GLOBAL

ZO330

FISIOLOGIA DOS INSETOS

2

1

2

45h

PRÉ-REQUISITOS

Nenhum

EMENTA

A disciplina fornece informações sobre a anatomia interna e sistemas fisiológicos dos insetos,relacionando esses aspectos a importância e diversidade desses organismos no ambiente. Inclui o estudo do tegumento, sistemas circulatório, respiratório, digestivo, nervoso, glandular e reprodutor.

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO

-Constituição do tegumento e sua importância na adptação aos diferentes ambientes.

-Estrutura do aparelho digestivo. Digestão e necessidades nutricionais dos insetos.

-Estrutura e funções do coração e da hemolinfa.

-Organização e funcionamento dos órgãos respiratórios em insetos terrestres e aquáticos.

-Organização do sistema nervoso e base neural do comportamento.

-Glândulas endócrinas e controle hormonal da muda e da reprodução.

-Sistema reprodutor feminino.

-Sistema reprodutor masculino.



BIBLIOGRAFIA BÁSICA





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FF235

RASTREAMENTO E BIOTELEMETRIA

2

1

2

45h

PRÉ-REQUISITOS

Nenhum

EMENTA

Esta disciplina visa capacitar o aluno para trabalhar com técnicas de telemetria para o monitoramento de variáveis fisiológicas ou comportamentais, abordando noções de instrumentação, análise de sinais e rastreamento.

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO

TEÓRICA:

Histórico da Telemetria.

Tipos de Biotelemetria.

Noções de Telemetria por rádio-frequência.

Critérios para escolha de um sistema de Biotelemetria.

Análise de Sinais.

Técnicas de rastreamento para estudos do comportamento animal.

Efeitos dos equipamentos sobre o animal.

Critérios para a escolha de um sistema de rastreamento.

Noções de eletrônica básica.

Montagem artesanal de equipamentos.

PRÁTICA:


Manuseio de equipamentos.

Montagem de transmissores.

Aquisição de sinais biológicos.

Análise de sinais.

Técnicas de rastreamento no estudo do comportamento.


BIBLIOGRAFIA BÁSICA

PRIEDE, I. G. & SWIFT S. M. (1992). Wildife Telemetry: Remote Monitoring and Tracing Of Animals. London. Ellis Horwood.; MACKAY, R. S. ( 1993) Biomedical Telemetry. New York. IEEE Press. ; WHITE, C. G. & GARROT, R. A. ( 1990) Analysis of Wildlife Radio-Tracking Data. San Diego. Academic Press.

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