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ObtençÃo de extratos fitoterápicos da guaçatonga (casearia sylvestris sw.): Estudos Farmacológicos e Agronômicos. Autor


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OBTENÇÃO DE EXTRATOS FITOTERÁPICOS DA GUAÇATONGA (CASEARIA SYLVESTRIS SW.): Estudos Farmacológicos e Agronômicos.

Autor:ALBACH, Paulo Cesar (UEPG);

Co-autores: ROSAS, Fabiano A.(UEPG); Bittencourt Vanessa Z. (UEPG); ROSAS, Ricardo K. S. (UEPG);

Orientador: KULCHETSCKI, Profº Dr. Ph.D Luiz, (UEPG)

Co-orientador: NAVARRO, Profª Drª Dionezine de F., (UEPG)
Palavras-chave: Casearia; Fitoterapia; Extrativismo; Sustentável.
INTRODUÇÃO

O Brasil está incluído no grupo dos países com altos níveis de diversidade biológica ou megadiversidade, decorrência do diferentes biomas e ecossistemas que caracterizam o país (SILVA, 2002). A biodiversidade das florestas tropicais e subtropicais constitui-se num dos maiores estoques de genes no planeta, armazenados em milhares de espécies de plantas, animais e microorganismos que nela vivem e interagem, dentro dos sistemas altamente complexos (MAZZA et al, 2002).

Nesses sistemas altamente complexos de biodiversidade, podem estar presentes genes de resistência a doenças, adaptações a ambientes adversos, produção de substâncias com propriedades medicinais, genes de interesse na agricultura, no setor florestal e farmacologia, importantes para o melhoramento dos produtos já existentes e para a síntese de novas moléculas, com benefícios genéticos e econômicos incalculáveis (MAZZA et al, 2002).

O uso dos recursos vegetais está presente na cultura popular que é transmitida de geração a geração no decorrer da existência humana. Este conhecimento é encontrado, principalmente, junto às populações tradicionais. No Brasil, os povos indígenas, antes mesmo do descobrimento, utilizavam espécies medicinais na cura de variadas doenças (Kulchetscki et al., 2006).

A exploração de florestas nativas tem sido alternativa da composição de renda, seguindo, com poucas exceções, modos de extração desprovidos de qualquer estratégia de manejo que contemple tanto a necessidade de uso quanto da continuidade de populações viáveis. Nesse contexto, a necessidade do desenvolvimento de técnicas de exploração racional das florestas, através de formas de manejo sob regime de produção sustentada, é primordial para a conservação dos recursos florestais tropicais, além de ser exigência corrente nas atuais legislações ambientais (GUSSON, 2003).

REIS (1996) define o manejo sob regime de produção sustentada como sendo a exploração florestal com manutenção da biomassa original (estoque ou número de indivíduos existentes) e retirada periódica do aumento da biomassa (incremento no ciclo em questão). Dessa forma, o principio do manejo sob regime sustentável traz como vantagem a possibilidade de aliar a preservação permanente do ambiente à comodidade exploratória, pois permite a obtenção de renda, sem que ocorram impactos ambientais negativos expressivamente.

Tendo como premissa à idéia de que o manejo sustentável das florestas é um fator determinante da conservação da espécie, sua implantação exige o conhecimento de aspectos da auto-ecologia da espécie. Desse modo, a estratégia básica é a geração de conhecimentos relativos às suas demografias e biologia reprodutiva que possibilitem subsidiar a elaboração dessas ações bem como o seu monitoramento no espaço e tempo (REIS, 1996); (STEENBOCK, 2002).

Devido à espécie Casearia sylvestris ser econômica e socialmente importante, pelo seu uso popular, esta foi na 1º Reunião Técnica sobre Recursos Genéticos de Plantas Medicinais e Aromáticas – Estratégias para a Conservação e Manejo Sustentável, realizada em outubro de 2001, em Brasília, citada como prioritária na lista das espécies a serem investigadas para a implantação de futuros planos de conservação e manejo sustentável (VIEIRA et al.,2002). No entanto, as áreas de ocorrência da espécie (Mata Atlântica e Cerrado), vem desaparecendo pela ação antrópica, colocando em perigo a sobrevivência de espécies nativas desses biomas. Portanto, faz-se necessário conhecer o que vem sendo abordado na área de ecologia de populações de plantas desta espécie, para que programas de conservação e manejo sustentável possam ser propostos e executados, garantindo assim a existência dessas populações (FACANALI, 2004).


OBJETIVOS

Diante da necessidade de informações básicas que permitem estabelecer programas para conservação e manejo das mais diversas espécies exploradas da floresta Atlântica, vários esforços têm sido feitos no sentido de gerar trabalhos e pesquisas que possam agregar produtos aplicáveis a essa demanda. Sendo assim, o presente trabalho terá como objetivo continuar pesquisas iniciadas por Kulchetscki et al., 2006, através de atividades extensionistas vinculadas ao projeto “Meio Ambiente sustentável para o Distrito de Itaiacoca - Ponta Grossa – Paraná - Brasil” visando novos resultados para o ano de 2007, a nível farmacológico acompanhados pela professora Drª Dionezine de F. Navarro, estão se preparando extratos vegetais e formulações para futuras avaliações clínicas em processos lesionais na área veterinária, oportunizando desta forma uma terapêutica alternativa com a Guaçatonga. Além disso, contatos estão sendo feitos com o propósito de direcionar as pesquisas ao tratamento de certas enfermidades da população local, possibilitando um aumento da ação extensionista social do projeto na região.

O trabalho à campo será desenvolvido com orientação do professor Dr. Luiz Kulchestscki, Ph.D, onde se realizará o acompanhamento da espécie, para determinação da escala fenológica, descrições botânicas, condições mais propícias de solo para sua ocorrência. Também se pretende realizar estudos sobre a propagação da Guaçatonga via semente e propagação vegetativa, entre outras características agronômicas desejáveis para um futuro cultivo sistematizado visando abastecimento da matéria prima, diminuindo a intensidade do extrativismo e desta forma, cumprindo-se a proposição deste estudo, tanto na busca de alternativas para cura de enfermidades a partir da utilização de plantas medicinais, quanto no manejo sustentável de nossa flora.


REVISÃO BIBLIOGRÁFICA

A espécie Casearia sylvestris Sw. Pertence a família Flacourtiaceae, e tem ampla distribuição em todo território brasileiro. Apresenta um porte de dois a mais de dez metros de altura em média. Ela aparece nas mais variadas formações florestais, com ênfase no sul do país, especialmente nos estados de São Paulo, Paraná, S. Catarina e Rio Grande do Sul podendo ser encontrada desde Cuba, Jamaica, Porto Rico, Ilhas Virgens, Trinidade e Tobago, México, América central e do sul, principalmente Bolívia, Paraguai, Uruguai (HOWARD, 1989; LITTLE e WADSWORTH, 1964). É uma planta perenifólia, heliófita, seletiva higrófita, característica e preferencial dos sub-bosques dos pinhais, menos frequente na floresta umbrófila densa e rara na floresta estacional semi-decídua (LORENZI, 1992). Por ser planta pioneira, ocorre com grande freqüência nas formações secundárias, como capoeiras e capoeirões. Como planta medicinal, suas porções mais utilizadas são a casca e as folhas (TPD, 2006).

A guaçatonga, café bravo ou erva de bugre, tem uma longa história na tradição popular e medicina folclórica brasileira, onde apresenta um enorme espectro de atuação. A decocção da folha é preparada tanto para aplicação tópica como para ser tomada como analgésico, antiinflamatório, antiviral, antiulceroso e como anestésico e hemostático para lesões de mucosas e pele, como também na diminuição do crescimento e desenvolvimento de células cancerosas (HOWARD,1989; UNESC, 2005). Ainda acrescentam-se outras indicações como neutralização de venenos, limpeza do sangue, cura de feridas e coagulação de sangramentos, ou seja, tratamentos antihemorrágicos (BORGES, 1997; BORGES et al., 2000; TPD, 2006). Em suas folhas e casca são encontrados flavonas, óleos essenciais, saponinas, taninos, resinas e antocianosídeos que conferem a esta planta a sua fama como febrífuga, depurativa, anti-diarréica, cardiotônica, diurética e cicatrizante entre outros (BASILE et al.,1990; CARVALHO et al., 1999; ITOKAWA et al., 1990; BORGES et al., 2000; UNESC, 2005). Na cultura popular, a preparação de chás usando as folhas dessa planta, elimina o colesterol, ajuda emagrecer, é depurativo, auxiliar nas afecções dos ovários e próstata, inchaço das pernas e males do coração (TPD, 2006; UNESC, 2005). Em tradicionais programas de escotismo, na ausência de pasta dentifrícia comercial, sugere-se folhas de guaçatonga para a limpeza bucal. Ainda considerando a tradição popular, e mais recentemente analisada sob a base científica, é também usada interna e externamente contra mordeduras de cobras (BORGES, 1997; BORGES et al., 2000; BORGES et al., 2002). Elixires depurativos, antirreumáticos, antiartríticos, cardiotônicos, anti-obésicos, diuréticos, eficazes contra moléstias da pele de origem sifilítica, como também para eczemas, sarnas e úlceras tabmém podem ser citados (CARVALHO et al., 1999; TPD, 2006). Esta planta apresenta-se potencialmente como mais uma nova arma contra úlceras gástricas-duodenais e possivelmente neoplasias (TPD, 2006).

A composição química da Casearia sylvestris é bastante complexa; suas folhas contêm fitoquímicos (diterpenos) com ação antitumoral, antifúngica, antibiótica e de ação antiinflamatória (TPD, 2006). Resultados preliminares mostraram que após o uso da tintura de guaçatonga por mulheres com cistos nos ovários houve regressão do quadro clínico (TPD, 2006). Alguns desses relatos tem sido validados por pesquisas, principalmente no uso de extrato das folhas, onde descobriu-se o princípio ativo das chamadas “casearinas”.

Pesquisadores conduzindo estudos sobre venenos relatam que as folhas e ramos dessa árvore contém um composto químico denominado lapachol, um composto anticancerígeno e antifúngico muito conhecido em outra espécie Tabebuia impetiginosa (TPD, 2006). Outros princípios ativos tem sido detectados na C. sylvestris, denominados diterpenos clerodanos ou carofilenos, fitoquímicos estes associados a agentes antisarcômicos bem como uma gama variada de atividades biológicas. Alguns dos diterpenos encontrados na guaçatonga são considerados compostos químicos ainda desconhecidos, designados diterpenos A até S. Ainda outros compostos químicos desta planta incluem o ácido capriônico, casearia clerodano I a VI, casearivestrina A a C, hesperitina, lapachol e vicenina (TPD, 2006).

Como a maioria das espécies nativas do Brasil, Casearia sylvestris não é cultivada, sendo obtida por processo de extrativismo. Segundo SCHEFFER et al. (1998) a espécie encontra-se listada entre aquelas com aspecto comercial importante, sendo consumida em grande escala seja no mercado brasileiro ou no exterior e é utilizada como adulterante de Cordia salicifolia, conhecida popularmente como Porangaba, a qual é comercializada com suposta ação emagrecedora, aumentando desta forma, a ação antrópica sobre a espécie (SILVA, 2003).

A literatura com relação à fenologia da espécie revela-se bem variada. Segundo TORRES e YAMAMOTO (1986) em trabalhos com a guaçatonga no estado de São Paulo, a espécie tem sua floração de março a dezembro, frutificando de agosto a novembro. LORENZI (2000), afirma que o florescimento da espécie ocorre durante julho e agosto, ocorrendo maturação dos frutos a partir de setembro, até meados de novembro. Trabalho de ALMEIDA (1998) relata que C. sylvestris apresenta botões e flores de maio a outubro, com seu pico em agosto, frutificando a partir de julho até outubro.

Com relação à produção de sementes, poucos são os trabalhos apresentados. Informações sobre a obtenção das sementes são fornecidas apenas por LORENZI (2000), o qual afirma que um quilograma de sementes coletadas contém aproximadamente oitenta e quatro mil unidades. Quanto à germinação, relatos são feitos apenas em relação à porcentagem de germinação da espécie, abordando questões relacionadas a respostas de germinação à luz e à temperatura (ROSA & FERREIRA, 2001). LORENZI (2000) cita que a emergência de plântulas ocorre 20 a 30 dias após semeadura. Trabalhos sobre dispersão das sementes não foram relatados na literatura, fato explicado pela dificuldade de acompanhamento do destino pós-dispersão.

Considerando a importância de se conhecer a forma de distribuição dos indivíduos na população, para podermos inferir sobre como e quais fatores afetam essa população, devem-se buscar processos mais detalhados da biologia ecológica de Casearia sylvestris Sw, estudos que envolvam dinâmica, regeneração e a demografia, pois são considerados essenciais para o entendimento de comunidades naturais, bem como para o estabelecimento de programas de manejo e conservação de espécies.

Ressalta-se também que os dados existentes sobre C. sylvestris ainda são muito escassos, quanto aos estudos de ecologia de populações. Certamente estudos como o realizado por MIRANDA-MELO (2004), onde a autora estudou a estrutura de populações de Xylopia aromatica (Lam.) Mart. (Annonaceae) e Roupala montana Aubl. (Proteaceae) em quatro fragmentos de cerrado, seriam também válidos para a espécie Casearia sylvestris (FACANALI, 2004).


REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

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BASILE,A.C., SERTIE,J.A.A., PANIZZA,S., OSHIRO,T.T., and AZZOLINI,C.A. Pharmacological assey of Casearia sylvestris. I. Preventive anti-ulsur activity and toxicity of the leaf crude extract. Journal of Ethnopharmacology 30(2): 185-197, 1990.
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BORGES, M.H., SOARES, A.M., RODRIGUES,V.M., ANDRIAO-ESCARSO,S.H., DINIZ, H., HAMAGUCHI,A., QUINTERO,A., LIZANO,S., GUTIERREZ, J.M., GIGLIO,J.R. and HOMSI-BRANDEBURGO,M.I. Effects of aqueous extract of Casearia sylvestris (Flacourtiaceae) on actions of snake and bee venoms and on activity of phospholipases A2. Boll Chim Farm. Nov-Dec;141(6):457-60, 2002.
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Acesso em: 21 nov. 2005.


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