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Encontro com a Cáritas Diocesana de Beja Data: 08 de Outubro de 2007 Relatório de Encontro Participantes


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Encontro com a Cáritas Diocesana de Beja

Data: 08 de Outubro de 2007

Relatório de Encontro
Participantes:


Cáritas Diocesana de Beja
Dr. Teresa Chaves

Dr. Libânio Lourenço

Dr.ª Maria José

Dr.ª Ana Soeiro





Cáritas Portuguesa
Rita Valadas

Nazareth Barbosa

João Pereira




Linhas de orientação para o encontro:

Procurar saber se, nas diferenças entre as CDs, não existem características comuns e funções permanentes a atravessá-las.


  1. Algumas questões facilitadoras da identificação de funções permanentes:




  • O que tipifica, na diocese, a acção da Caritas no conjunto dos serviços de actuação social quer públicos quer privados;

A Cáritas Diocesana tem como principais valências: a Comunidade Terapêutica para a recuperação de Toxicodependentes “Horta Nova”, o serviço de apoio domiciliário (com um acordo com a segurança social para 70 utentes), refeitório e cantina social e o atendimento social (distribuição alimentar a 500 pessoas ao nível do concelho).

Nas suas instalações funciona também um centro local de apoio ao Imigrante (CLAI). A Cáritas Diocesana tem também um banco de voluntariado que actua para a Diocese e efectuam formação com módulos da CNPV. Desenvolve também parcerias operacionais com a GISA (Grupo de intervenção articulada, para o bairro da Esperança); com o núcleo executivo do rendimento social de inserção, com a Comissão local de acompanhamento do RSI, está inserida na rede social do concelho de Beja e banco alimentar.

Participa ainda nas reuniões do conselho municipal de segurança, comissão municipal de protecção civil, da REAPN. São mediadores do IAC (ao nível do distrito) e apoiam famílias de reinserção.




  • Destacar funções e actividades permanentes da Cáritas na diocese;

O atendimento social, a dinamização do voluntariado, a dinamização das paroquias,



A dinamização do Secretariado Diocesano da Pastoral Social; o secretariado Diocesano das Migrações (e pastoral dos ciganos). Fazem também parte do Conselho Pastoral Diocesano e do SCAP (…) – congrega todas as entidades da Igreja na Diocese.




  • Imagem e expectativas da acção da caritas, por parte da sociedade em que está inserida e, em particular, na pastoral da diocese e nas paróquias;

A Cáritas tem um óptimo relacionamento com as entidades públicas e não governamentais da Diocese/Distrito. É um parceiro da rede social e reconhecido dinamizador de algumas actividades, como é exemplo o banco de voluntariado. Apesar de terem uma acção centrada no concelho de Beja, gozam de reconhecimento, por parte da Igreja e da sociedade civil, de organização forte.






  • Numa visão prospectiva, que funções específicas da Cáritas se devem desenvolver para inovar a intervenção social na sociedade actual.

A Cáritas deve centrar a sua acção na dinamização das paróquias, acompanhado a evolução das mesmas e capacitando-as para os desafios sociais que se colocam.




  1. Principais constrangimentos:




  • No desenvolvimento da actividade específica;

Falta de recursos, humanos e financeiros. Os recursos existentes são apenas para o essencial da acção da CD. Têm poucos voluntários, a maioria a meio tempo e principalmente nas valências.




  • Na actuação em toda a diocese;

Observam que existe pouca sensibilidade dos párocos para as questões sócio-caritativas e pretendem ter um papel mais dinamizador. Observam também que os grupos pastorais (não só sócio-caritativos) têm pouca autonomia na sua acção.




  • No relacionamento interinstitucional


  • Necessidades de formação específica para dirigentes e colaboradores:

Formação sobre o que é a Cáritas (no geral) e espiritualidade , na área do voluntariado, dinamização de paróquias




  • Outros:

No âmbito da sua actividade de “prestador de serviços” ficam sem tempo para as actividades “Cáritas”. Através do SCAP procuram “pressionar” as paróquias para criar, pelo menos um conselho de acção pastoral. Os grupos sócio-caritativos durante muitos anos apenas fizeram distribuição alimentar. Quando esta actividade acabou, estes grupos ficaram sem actividade. Já tentaram dinamizar alguns encontros sobre “o que é a Cáritas” mas a adesão foi pouca.




  1. Relacionamento com a Caritas portuguesa:




  • Expectativas da Caritas diocesana face à Caritas portuguesa;

Para a CD Beja, a prioridade é a acção na Diocese. As acções de âmbito nacional só são equacionadas se tiver alguns benefícios para a acção na Diocese. Acções como o “10 Milhões de Estrelas” só fazem sentido se forem articuladas com os outros serviços da Igreja, ao nível nacional e Diocesano.

Faz sentido que o relacionamento internacional seja feito ao nível nacional. Pretendem que se continue com acções de cooperação internacional mas que divulguem mais estas acções. Seria também muito útil se a CP fosse uma plataforma de disseminação de recursos, informativos e formativos, de âmbito nacional e internacional, com particular enfoque para a rede Cáritas. Consideram que o papel de facilitador da Cáritas portuguesa é importante quer no relacionamento com instituições nacionais quer no relacionamento interdiocesano


  • Potencialidades, constrangimentos e sugestões para o relacionamento interdiocesano das Caritas e da Caritas diocesana com o serviço nacional da Caritas;




  1. A Caritas diocesana, hoje:




  • Modelos organizativos; tipos e volumes de actividades desenvolvidas; meios humanos e recursos materiais disponíveis; formas de inserção na diocese e rede de relações com outras entidades envolvidas na acção social; relações entre a CD e os órgãos diocesanos da pastoral; papel da CD na diocese.

Existem duas Cáritas Paroquiais com estatuto de IPSS (Mil fontes e Sines). A Diocese tem 119 Paróquias. A Cáritas Diocesana tem acordos com a segurança social, com o IDT (instituto da Droga e toxicodependência) e IEFP, através do programa “Vida emprego”.

Tem 28 colaboradores sem POC e, ocasionalmente, acolhem estágios universitários (particularmente de enfermagem).


  • Importância da selecção e formação de todos os colaboradores: dirigentes, técnicos e outros;

Os poucos voluntários que têm necessitam de mais formação sobre “o que é a Cáritas” e a espiritualidade.




  • A CD e a coordenação dos vários subsistemas da pastoral social (centros sociais, misericórdias, associações e movimentos…) a nível diocesano e local;

Rede social e SCAP




  • A CD e o Estado, i.e. a tendência para a padronização (ou não) de acções tendo por referência prioridades, critérios e procedimentos da Segurança Social e dependência de fontes de financiamento estatais e da União Europeia;




  • A CD e a sociedade: capacidade de leitura actualizada da realidade social em que se inserem, ou o risco de acções desfasadas da realidade social, produzindo efeitos contrários à natureza e missão da pastoral social da Igreja




  1. Do presente para o futuro da CD



  1. Outros assuntos.



mdr/


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